CÓDIGO: PCR
EXAME: PROTEÍNA C REATIVA ULTRASSENSÍVEL
SINÔNIMOS: CBHPM – 40308391

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 2 dias úteis
MÉTODO: IMUNOTURBIDIMETRIA

Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Instruções de coleta
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador :
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra a a 3000 rpm por 10 minutos,  para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C)

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 10 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Interpretação
A PCR pertence ao grupo de proteínas de fase aguda, cujas concentrações de soro ou plasma aumentam no decurso de uma resposta geral, não específica aos processos inflamatórios infecciosos e não infecciosos. É formada pelo fígado e, normalmente, está presente nos soros e plasmas normais sob a forma de oligoproteína. Vários quadros clínicos resultantes de lesões de tecidos, infecções ou inflamações podem originar valores elevados de PCR entre 20 a 500 mg/l, num período de tempo de quatro a oito horas após um incidente agudo. Uma vez que valores elevados de PCR estão sempre associados a alterações patológicas, a determinação da PCR possui um elevado valor informativo para o diagnóstico, terapia e monitorização da evolução de processos inflamatórios e das doenças a eles associadas. Valores elevados de PCR não são específicos e, por conseguinte, não deverão ser interpretados sem a história clínica completa do paciente. Estudos mostraram que a medição de PCR com testes altamente sensíveis constitui um forte indicador independente do risco de futuras doenças cardiovasculares e vasculares periféricas. A determinação de PCR também reforça a força comprovativa dos outros marcadores na avaliação do risco das doenças cardiovasculares e vasculares periféricas. Os valores elevados de PCR determinados com os testes ultrassensíveis são úteis para o prognóstico e tratamento de pacientes com síndromes coronárias agudas.

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