CÓDIGO: MBMAS
EXAME: CREATINA QUINASE MB – MASSA
SINÔNIMOS: CBHPM – 40301656, ISOENZIMA MB – MASSA

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 2 dias úteis
MÉTODO: QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.
 

Instruções de coleta
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 2 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Interpretação
A CK é a principal enzima do metabolismo muscular, que catalisa a reação reversível da fosforilação da creatina pelo trifosfato de adenosina (ATP). A isoenzima CK-MB está situada principalmente no miocárdio, onde representa 20% da atividade total da CK. Quantidades de CK-MB superiores a 5% podem ser encontradas na próstata, no baço ou nos músculos esqueléticos, onde podem variam conforme o tipo de músculo. Após um infarto agudo do miocárdio (IAM), a CK-MB aparece na circulação, indicando lesões no miocárdio. A CK-MB aumenta rapidamente até atingir os níveis máximos (após um período de até 12 horas), diminuindo, depois, para os níveis normais (36?72 horas). Esse padrão de aumento e queda dos valores da CK-MB, juntamente com as modificações evolutivas no ECG e com um histórico de dor torácica, em geral é considerado diagnóstico de IAM. As medições da CK-MB podem também ajudar na avaliação não invasiva da eficácia da reperfusão miocárdica após uma terapia trombolítica. Níveis elevados de CK-MB também estão associados a traumas nos músculos esqueléticos, mas não apresentam as características de aumento e queda dos níveis de CK-MB do IAM.