CÓDIGO: FNT
EXAME: FENITOÍNA
SINÔNIMOS: CBHPM – 40301826

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 2 dias úteis
MÉTODO: QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções de preparo
Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Medicação: Realizar coleta antes de uma das tomadas do medicamento (2 horas antes) ou conforme orientação médica.
 

Instruções de coleta
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 8 dias entre 2°C e 8°C, após este período manter congelada.
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Interpretação
A Fenitoína é uma droga anti-epilética usada para tratar vários tipos de convulsão. É administrada tipicamente por via oral como fenitoína sozinha ou intra muscular na forma de fosfenitoína de pródroga. Dependendo da via de administração, a conversão de fosfenitoína para fenitoína espera-se que esteja essencialmente completa dentro de 2 a 4 horas. A maioria da Fenitoína na circulação é ligada intimamente às proteínas plasmáticas, principalmente à albumina. Normalmente cerca de 10% circula de forma livre ativa farmacologicamente, embora em algumas condições, como na insuficiência renal, essa fração possa aumentar para 30% ou mais. A quantia que circula livremente prevêse que esteja aumentada na hipoalbuminemia e em condições onde outros compostos competem com a Fenitoína por locais de ligação com proteínas. A Fenitoína é eliminada pelo fígado, onde é convertida, glucoronizada e excretada na urina. Embora esses metabólitos sejam inativos, são estruturalmente semelhantes à Fenitoína e podem competir com a esta por locais de ligação de proteínas. A taxa de  excreção declina um pouco com a idade, e é reduzida com a insuficiência renal. As drogas que impedem ou inibem a capacidade do fígado de metabolizar Fenitoína podem ser suscetíveis de afetar os níveis circulatórios. Além disso, a capacidade metabólica é limitada; uma vez que o relacionamento entre as dosagens e os níveis de circulação não são uniformes, mesmo dentro da faixa terapêutica, pequenos aumentos na dose administrada podem resultar em grandes aumentos nos níveis circulatórios.