CÓDIGO: ALUMS
EXAME: ALUMÍNIO SÉRICO
SINÔNIMOS: CBHPM – 40301273

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo trace sem aditivos, tubo trace isento de metais.

PRAZO: 7 dias úteis
MÉTODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA

Instruções de preparo
Medicação: Medicamentos que apresentem alumínio em sua composição devem ser evitados.
 Enviar amostra única para a realização deste exame.
 

Instruções de coleta
Coletar a amostra em tubo do tipo trace sem aditivo. Nunca coletar em outro tipo de tubo ou em seringa. Após a coleta, aguardar retração do coágulo e em seguida, centrifugar.Transferir por inversão o soro obtido para outro tubo Trace. Manipular o mínimo possível a amostra. Caso sejam solicitados outros exames para o mesmo paciente coletar um tubo específico para alumínio e outros tubos para os demais exames.
Exame indisponível para compartilhamento de amostras.
Tipos de tubos aceitos para Alumínio sérico:
Tubo sem aditivo (Z-no additive) – Greiner-Vacuette® (tampa branca)
Tubo Hemogard Análise de Traços sem aditivo, com ativador de coágulo – BD® (tampa azul marinho)

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada de 2°C a 8°C.
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Interpretação
O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.
Pacientes submetidos a tratamento hemodialítico:
Para  o controle  da  concentração sérica de alumínio em  pacientes submetidos à tratamento hemodiálitico devem-se  seguir  as  seguintes  orientações  de acordo com o Sub anexo C – Portaria n° 82 de 03-01-2000:
– Se o valor do alumínio sérico for menor que 30 µg/L manter a determinação dos níveis séricos a cada ano:
– Se o valor do alumínio  sérico  for  maior ou igual  que  30 µg/L  realizar o teste da Desferroximina,  realizando a dosagem de alumínio sérico a casa dois meses:
– Se a diferença entre  as  duas  determinações  de  alumínio  sérico for  menor que  50 µg/L, manter as determinações de alumínio a cada ano:
– Se a diferença entre as  duas  determinações  de  alumínio  sérico for maior que 50 µg/L, deve ser feita  a  biópsia óssea  seguida  de  tratamento  por  Desferroximina  na dosagem de 10 mg/Kg de peso por semana.