CÓDIGO: ALDOL
EXAME: ALDOLASE
SINÔNIMOS: CBHPM – 40301230

MATERIAL: SORO
MEIO(S) DE COLETA: Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

PRAZO: 3 dias úteis
MÉTODO: ENZIMÁTICO

Instruções de coleta
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 5 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.
Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau I.

Interpretação
A aldolase é responsável pela conversão da glicose em energia, pertence à classe das liases ( enzimas que adicionam ou removem elementos de água, amônia ou dióxido de carbono). Elevados níveis da aldolase no sangue podem ser encontrados em pacientes que apresentam lesões no músculo esquelético como resultado de traumas, como a dermatomiositite, mononucleose infecciosa, distrofia muscular, infarto do miocárdio e câncer hepático. Essas condições causam a danos as células e, consequentemente, à liberação da aldolase para o sangue periférico. Em contrapartida, a concentração da aldolase no sangue se mantém normal em casos no qual a fraqueza muscular é resultado de uma doença neurológica, como a esclerose múltipla. Sendo assim a dosagem da concentração de aldolase no sangue pode ser usada para determinar a origem da fraqueza muscular, diferenciando-a de um trauma muscular da miopatia neurológica.